No debate quinzenal agendado para hoje, o Primeiro-Ministro José Sócrates respondeu a uma provocação do deputado Francisco Louçã (é o que sabe fazer melhor, é provocar... enfim), é uma resposta que merece reprovação (fora as outras palavras que não deram para se perceber), mas o deputado Francisco Louçã estava a pedir uma reacção daquelas (não são termos para serem usados -"manso", quando pedem elevação e respeito pelos deputados da Assembleia da República), quem anda à chuva... molha-se!
Já sei que só irão valorizar a frase do José Sócrates (para ver se entrega as chaves do Palácio de S. Bento ao Presidente da República) e reforço a ideia que não são respostas adequadas para um Chefe de Governo, porém vamos ver a questão de outra perspectiva, por isso, lanço a pergunta:
o exemplar, o incorruptível, o verdadeiro (Deus no Céu e Francisco Louçã na Terra?!) esteve bem com a frase/provocação "de intervenção em intervenção vai ficando um pouco mais manso"? (é lá adjectivo para se aplicar a pessoas)