Perspectivas e Olhares na Planície

«Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.» Paulo Freire

Sócrates:"Manso é a tua tia, pá" e Francisco Louçã esteve bem?

Francisco Louçã questionava esta sexta-feira José Sócrates sobre o caso das remunerações e prémios dos gestores públicos. "De intervenção em intervenção vai ficando um pouco mais manso", afirmou o deputado do Bloco de Esquerda. Com microfone desligado, o primeiro-ministro soltou: "Manso é a tua tia, pá!"  (Jornal Record)


 




 

No debate quinzenal agendado para hoje, o Primeiro-Ministro José Sócrates respondeu a uma provocação do deputado Francisco Louçã (é o que sabe fazer melhor, é provocar... enfim), é uma resposta que merece reprovação (fora as outras palavras que não deram para se perceber), mas o deputado Francisco Louçã estava a pedir uma reacção daquelas (não são termos para serem usados -"manso", quando pedem elevação e respeito pelos deputados da Assembleia da República), quem anda à chuva... molha-se!

 

Já sei que só irão valorizar a frase do José Sócrates (para ver se entrega as chaves do Palácio de S. Bento ao Presidente da República) e reforço a ideia que não são respostas adequadas para um Chefe de Governo, porém vamos ver a questão de outra perspectiva, por isso, lanço a pergunta:

 


o exemplar, o incorruptível, o verdadeiro (Deus no Céu e Francisco Louçã na Terra?!) esteve bem com a frase/provocação "de intervenção em intervenção vai ficando um pouco mais manso"? (é lá adjectivo para se aplicar a pessoas)


 

 

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«(...)o Alentejo é na verdade o máximo e o mínimo a que podemos aspirar: o descampado dum sonho infinito, e a realidade dum solo exausto.» Miguel Torga