Perspectivas e Olhares na Planície

«Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.» Paulo Freire

Procura-se professor(a) de francês

É oficial, o Lionel Messi vai jogar no país da Torre Eiffel e, principalmente, da Disneyland Paris. O Mickey deve estar feliz! O será o Peter Pan que está? Cá para mim, quem estará mesmo feliz é o Pinóquio. 


Um jogador como o Messi ir jogar num campeonato de futebol desinteressante, como é a liga francesa, custa a crer. As ligas de Inglaterra ou Itália seriam as naturais escolhas para um jogador com o palmarés dele.  A bundesliga é muito superior à liga francesa,  porém com características de jogo alemão (inclusive as condições meteorológicas) que não são atractivas para os jogadores latinos!


O PSG pode pagar ordenados multimilionários, mas não deixa de ser um clube pouco competitivo na liga dos campeões,  em virtude de passar a temporada a jogar com equipas profissionais parecidas às que compõem a liga portuguesa.  


É uma pena não ir para o campeonato com maior dimensão competitiva nas quatro linhas,  já no que concerne à concorrência salarial, fez muito bem ter escolhido o Paris Saint Germain. 


A camisola é parecida à do Barcelona, foi por isso e com a intenção de descansar mais as pernas para chegar ao Campeonato do Mundo mais fresco do que uma alface.


Será a partir dos 34 anos que começará a jogar à seria na selecção argentina. A Copa América foi o estágio de preparação para ser um jogador com mais produtividade na selecção.


Ainda há esperança para ver jogar o Messi do Barcelona na Albiceleste.


Entretanto, conhecem alguém que possa ensinar a língua francesa? Enviem sugestões para as redes sociais do Merci, ups Messi. 


Acho que conseguirá dizer aos adeptos que: Je suis très content, parce que, je suis très content! Se o treinador romeno Bölöni estiver por Paris, ensine-lhe esta pequena frase para chegar a Paris ver e vencer!


Ficarão eufóricos!!


 


P.S. O francês foi ultrapassado pelo castelhano como línguas oficiais em grandes eventos, o Jacques Chirac deve estar a dar voltas na tumba com a efectiva secundarização da sua língua materna.  Um acérrimo defensor da língua que outrora, em Portugal, nos planos  curriculares era sempre quase a única escolha (ensino tele-escola/segundo ciclo) ou incluída no leque de opções onde constava o inglês.  C' est lá vie!

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«(...)o Alentejo é na verdade o máximo e o mínimo a que podemos aspirar: o descampado dum sonho infinito, e a realidade dum solo exausto.» Miguel Torga