Perspectivas e Olhares na Planície

«Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.» Paulo Freire

P&O Curtas (31): O Hospital José Joaquim Fernandes obteve boa avaliação?

ULS Baixo Alentejo, EPE
      Hospital José Joaquim Fernandes
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1º Nível de Avaliação


Excelência Clínica
8/16 áreas


Segurança do Doente
 


Adequação e Conforto das Instalações
 


Focalização no Utente
 


Satisfação do Utente
 


Informação geral do prestador
Excelência Clínica
Segurança do Doente
Adequação e Conforto das Instalações
Focalização no Utente
Satisfação do Utente

Consultar aqui


O Hospital José Joaquim Fernandes de acordo com os resultados do Sistema Nacional de Avaliação em Saúde (SINAS) obteve na categoria de Excelência Clínica oito áreas com serviços de excelência (em dezasseis avaliadas):


Excelência Clínica


Área de Cardiologia


Área de Cirurgia de Ambulatório


Área de Ginecologia



Área de Obstetrícia




Área de Ortopedia


 



Concorda? 


Foram avaliadas mais duas categorias (segurança do doente e satisfação do doente), mas a informação não está bem detalhada.


Respondendo à pergunta que lancei no título do post: O Hospital José Joaquim Fernandes obteve boa avaliação?, depende da perspectiva de cada um, ou seja, se for pouco exigente acha boa; no caso, se for realista (pensando nos recursos humanos, ou falta deles), foi razoável a avaliação de oito áreas serem consideradas de excelente qualidade, num universo de dezasseis áreas avaliadas. Se, por outro lado, for alguém  extremamente perfeccionista e exigente ficará sempre insatisfeito com a avaliação da ERS/SINAS, pois acha sempre que podia ser muito melhor e que o Baixo Alentejo devia ter um Hospital nos primeiros lugares nos resultados globais  a nível nacional.


Ao menos uma reportagem no jornal Sol menciona o nosso hospital: 


Vai ser pai? Estas são as maternidades melhor classificadas no país


 


 

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«(...)o Alentejo é na verdade o máximo e o mínimo a que podemos aspirar: o descampado dum sonho infinito, e a realidade dum solo exausto.» Miguel Torga