O que me encanita nesta novela turca, como ainda não vi ninguém a chorar não é mexicana, é o seguinte:
Cristiano Ronaldo a escrever cartas/notas e o Jorge Jesus lê-las, ainda por cima em voz alta numa conferência de imprensa.
Leram as oito notas que queriam obrigar o Jorge Jesus a ler numa conferência de imprensa de antevisão do jogo com a Dinamarca?
Não podia ser considerado violência psicológica aquilo que queriam impor a um Senhor com 72 anos, cuja paciência é mínima para criaturas saídas de um jardim de infância.
Esta gente que faz assessoria a CR7 terá noção do ridículo que são aquelas oito notas e ninguém no seu perfeito juízo as iria ler num contexto de sobriedade que deve pautar um selecionador quando está a representar uma instituição ligada ao Estado Português.
(A Federação Portuguesa de Futebol é uma entidade que tem o estatuto de utilidade pública.)
Alguém tem um alfinete e rebente a bolha em que este grupo de pessoas liderado por este rapaz cheio de botox e outras infiltrações para harmonizar a cara e a andar parece o meu vizinho arcado.
Boa noite, sonhem com as notas 2, 7 e 8.