
Somos uma máquina de pagar impostos, ainda por cima não sabemos para onde vai efectivamente este dinheiro, quando para os investimentos na construção e manutenção de algumas infra-estruturas e serviços públicos estamos dependentes dos fundos europeus.
Quo vadis, impostos?
A austeridade, as cativações nunca foram abandonadas pelo António Costa. Soube de forma sublime enganar todos, semelhando-se áquelas pessoas que têm amantes, inventam artimanhas e desculpas para a todo custo a traição não ser descoberta. E ainda por cima sustenta muitos amásios políticos para não ser contestado e levar a bom porto os seus interesses pessoais. É um político bem sucedido, realizado politicamente, sem nunca ter governado para os pilares do desenvolvimento sustentável de Portugal e para a construção de um presente e futuro socioeconómicos dignos para os cidadãos portugueses.
Gráfico retirado daqui: Mais Liberdade.