Perspectivas e Olhares na Planície

«Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.» Paulo Freire

Alguém viu o Primeiro-Ministro de Portugal na fila de um balcão dos CTT?

"António Costa, secretário-geral do PS e primeiro-ministro, não declara nenhuma conta bancária à ordem. Na declaração de rendimentos que apresentou no Tribunal Constitucional (TC), em janeiro deste ano, o líder do PS declarou ser o terceiro titular de um depósito a prazo, no valor de 100 mil euros, cujos primeiros titulares são Maria Antónia Palla e Carmo, sua mãe, e Manuel Pedroso Marques." (in Sábado)


Lisboa! Lisboetas de gema, lisboetas por acolhimento estejam atentos para fotografar o momento em que o António Costa irá levantar o vale de correio com a remuneração de Primeiro-Ministro, que infelizmente ainda é. 


Não tem conta bancária  à ordem, com as comissões bancárias pela hora da morte, faz bem... se pudesse também não tinha!


Fica-se deveras sensibilizado com o respeito  pela tradição que os secretários gerais do PS têm pela recusa em cortar o cordão umbilical com as mães. Acho muito bonito.  Não choro porque não precisei de picar cebola, amanhã tenho o almoço oferecido!


Antigamente os filhos homens iam para a tropa e tatuavam no braço:  "Amor de Mãe" ou "Amor de Pais"; esta geração dos cinquentões com os dois pés nos sessenta e poucos anos no trampolim do PS "tatuam" nas contas bancárias das mães os seus nomes.  São um requintar das tatuagens. Com estas o António e o José enchem as carteiras com aquilo com que se compra os melões! 


(Fotografia  infra) Na badalada ida ao mercado municipal aquele cartão bancário que o António Costa tem na mão para fazer o pagamento das compras será de quem? Da mãe? Ou será também de um amigo do peito tipo Santos Silva? 


(Fonte: Correio da Manhã)


Portugal colecciona políticos às "obediências" de trafulhices para as quais ninguém se indigna! 


 


 


 

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«(...)o Alentejo é na verdade o máximo e o mínimo a que podemos aspirar: o descampado dum sonho infinito, e a realidade dum solo exausto.» Miguel Torga