Perspectivas e Olhares na Planície

«Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.» Paulo Freire

A nossa música desde que o António Costa é Primeiro-Ministro

O José Cid, recente vencedor do Grammy Latino por "Excelência Musical", tem uma música que personifica  o adormecimento que a  governança do António Costa está a sujeitar a maioria dos portugueses. Não há forma de sairmos desta dormência, deste "caos" psicológico a que este Senhor Sagaz paulatinamente tem vindo a implementar em Portugal. Só se discute se vai ou não conseguir a maioria absoluta. Porque vencer as eleições pela primeira vez, pelos vistos já não é assunto. É um não assunto, sendo assim!



Vimos pouco a pouco
O mundo acabar
E ficámos calados
Não se ouviu um grito
Não se fez um gesto
Nem a própria ruína
Nos conseguiu manter acordados



Eis a música: José Cid O Caos



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Letra:


Toda a gente corre pela estrada comum
Todos os caminhos vão a lugar nenhum
Se tiveres que fugir, foge
Se tiveres que morrer, morre

A tua cidade é uma vala comum
Todos os caminhos vão a lugar nenhum
Se tiveres que fugir, foge
Se tiveres que morrer, morre

A tua cidade espaçovala comum
Todos os caminhos vão a lugar nenhum
Se tiveres que morrer, morre
Se tiveres que fugir, foge

Já nenhum caminho borda o horizonte
Com que os homens sonharam
Sem como nem porquê
Sem como nem porquê
A vida morre defronte
E a morte é aquilo que se vê

Vimos pouco a pouco o mundo acabar
E ficámos calados
Não se ouviu um grito
Não se fez um gesto
Nem a própria ruína
Nos conseguiu manter acordados

Toda a gente corre para a vala comum
Todos os caminhos vão a lugar nenhum
Se conseguires fugir, foge
Na tua nave no espaço

Fonte: musixmatch

 

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«(...)o Alentejo é na verdade o máximo e o mínimo a que podemos aspirar: o descampado dum sonho infinito, e a realidade dum solo exausto.» Miguel Torga